A nossa Terceira Pele

Uma casa, um Lar. Serão estas duas palavras, sinónimo uma da outra? Não!
Uma casa não é necessariamente um Lar! Podemos considerar um lar, uma casa com alma, uma casa onde se respiram sentimentos, vontades, relações e sonhos. Para além disto, o Lar está também associado a um espaço em relação ao qual existe um sentimento de pertença, bem como a uma identificação pessoal com o mesmo.

Quando temos a necessidade de construir o nosso Lar muitas são as decisões que temos de tomar: o mobiliário e a sua disposição nos diferentes espaços, a cor para as paredes, tetos, revestimentos, tecidos e as peças decorativas.

Atualmente, no mercado, existem já profissionais presentes em lojas, que nos “ajudam” nesta tarefa. As tendências de mercado ditam por si, ambientes que depois são adaptados aos gostos de cada um. Contudo, serem adaptados é diferente caso sejam espaços que nasçam de nós e do que nos tornam indivíduos únicos.

Os espaços, quer sejam criados pelos seus proprietários ou por profissionais especializados devem ter em conta, não apenas as tendências de mercado ou os gostos pessoais dos utilizadores, mas principalmente, as características de personalidade que os caracterizam, por forma a poderem proporcionar os sentimentos e emoções adequados. Assim sendo, explica-se a importância da existência de um psicólogo nas equipas de design de interiores, apoiando-os na elaboração de um projeto que satisfaça plenamente os interesses e necessidades dos seus clientes.

Este post serve como mote para um conjunto de muitos outros que se seguirão com o objetivo de alertar sobre a importância da transferência do EU para o nosso lar.

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